





... sinto o que esta planta sente.
E volto-me para o interior das folhas.
(parece-me que a natureza humana divide, nos canteiros das suas vidas, cada vida. Ou será porque corações são tantas vezes cactos escondidos? Eu gosto tanto do campo e o ser expontâneo crescer flor entre ervas!)
E há também a palmeira que se julga alta, tão frágil nas mãos abertas em azul.
Dobra, não parte. Ainda.
No tronco, as dores do vento.